Gardner (2002) definiu alienação parental como o "processo que consiste em programar uma criança para que odeie um dos seus progenitores sem justificação". No entanto, este processo não afeta apenas o progenitor afastado mas principalmente a criança que é impedida de conviver com o familiar por serem "cortados" laços de amor e afeto.
Derivado ao egoísmo dos seus progenitores muitas crianças vivem um amor sufocado que trará graves repercussões no futuro...
Impedir um/a filho/a de conviver com o pai e/ou mãe é um crime desumano contra a criança.
PAIS nunca se esqueçam que quando se divorciam não se estão a divorciar dos vossos filhos!!! Ao tentarem prejudicar o outro, o maior prejudicado é o/a vosso/a filho/a. Pensem nisto... Não desistam deles...
É realmente desumano e com efeitos devastadores para toda a vida quando os laços parentais entre pai, mãe ou pais e os respectivos filhos são cortados. Por vezes são restabelecidos mais tarde, mas em outros casos pais e filhos tornam-se irremediavelmente estranhos e desconhecidos para sempre. Os laços de sangue não sobrevivem a tudo...
ResponderEliminarFelizmente há laços que se criam e que podem ser tão ou mais fortes que os de sangue, que suportam, sustentam (e muitas vezes substituem) os elos em falta, fazendo com que a premissa "só faz falta quem está presente" seja verdadeira.
Cumprimentos
Muito obrigada pelo seu comentário. Infelizmente e tal como diz, "os laços de sangue não sobrevivem a tudo"... A vida tem-me ensinado que as relações baseadas no amor, afeto, dedicação prevalecem e muitas vezes se elevam aos laços de sangue...
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