segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Non-Stop


"Durante um voo transatlântico entre Nova Iorque e Londres, o agente Bill Marks recebe várias mensagens de texto ordenando-lhe que dê instruções ao Governo dos EUA para que faça uma transferência de 150 milhões de dólares para uma conta "offshore". Caso contrário, um passageiro será morto a cada 20 minutos. Enquanto notifica a tripulação do que está prestes a acontecer, é encontrado o corpo da primeira vítima. A situação complica-se quando as autoridades descobrem que o número da conta para onde supostamente terão de transferir o dinheiro está em nome de Bill. Com passageiros e tripulação em pânico e um clima de suspeição sobre si, este homem terá de encontrar um meio de descobrir o responsável antes que seja demasiado tarde… 
Um "thriller" claustrofóbico realizado por Jaume Collet-Serra ("A Casa de Cera", "Orfã", "Sem Identidade"), segundo um argumento de John W. Richardson. O elenco conta com Liam Neeson, Julianne Moore, Michelle Dockery, Lupita Nyong'o e Scoot McNairy, entre outros."  PÚBLICO




A vida deste ator, Liam Neeson depois do êxito de "Taken", nunca mais foi a mesma. Independentemente das críticas, durante as cerca de 2 horas de filme, fiquei "colada" à televisão e facilmente me identifiquei com a história. Sem dúvida, o filme é inteiramente deste ator de 61 anos que na minha opinião continua em muito boa forma.

O Mar e o Amor

"Compare o amor ao mar, que é grandioso em si mesmo, tem uma força ainda desconhecida, e é capaz de encantar e até matar, quem não tiver a devida atenção.
O amor e o mar, se igualam na beleza, onde gente grande vira criança, os olhos brilham, o coração acelera, a vida tem outro sentido diante do amor, a beleza tem outra visão diante do mar, a vida tem outros valores diante do amor.
Assim como o mar, o amor se renova em ciclos, no mar são as marés, que elevam e abaixam as águas, no amor, são os pequenos gestos, as delicadezas.
O respeito, a admiração pelo outro, as lembranças, que vão construindo um sentimento maior que o mar, maior que o próprio amor, avançando com a idade, sendo tão generoso que abre mão de si mesmo, quando deixa de ser uma paixão, para se tornar cumplicidade.
Diante do mar, vejo as ondas no vai e vem sem fim, e posso ter esperanças, que assim como as ondas, o amor que se foi, pode voltar, ou se renovar, e assim como estou diante do mar, poderei estar diante de um novo amor, para um recomeçar, num indo e vindo infinito, como o próprio mar, como o próprio amor..." Paulo Roberto Gaefke

by Juliana Fernandes

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Alienação Parental

Gardner (2002) definiu alienação parental como  o "processo que consiste em programar uma criança para que odeie um dos seus progenitores sem justificação". No entanto, este processo não afeta apenas o progenitor afastado mas principalmente a criança que é impedida de conviver com o familiar por serem "cortados" laços de amor e afeto.
Derivado ao egoísmo dos seus progenitores muitas crianças vivem um amor sufocado que trará graves repercussões no futuro...
Impedir um/a filho/a de conviver com o pai e/ou mãe é um crime desumano contra a criança.
PAIS nunca se esqueçam que quando se divorciam não se estão a divorciar dos vossos filhos!!! Ao tentarem prejudicar o outro, o maior prejudicado é o/a vosso/a filho/a. Pensem nisto... Não desistam deles... 


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Gravidade

Um filme com uma incrível banda sonora, efeitos visuais e fotografias verdadeiramente espetaculares. Um filme com pouco diálogos mas que nos prende do inicio ao fim com a intensidade da história. Para quem ainda não viu no próximo Domingo vai estrear em televisão.
Estejam atentos e assistam a esta obra prima do cinema...


"Numa importante missão espacial a bordo da nave Explorer, a inexperiente Dr.ª Ryan Stone e o veterano Matt Kowalski são surpreendidos com uma explosão que os lança no espaço. No vazio, sem conseguirem contacto com a sua equipa de controlo em Houston, os dois vão lutar pela sobrevivência. E, ao mesmo tempo que lidam com traumas que marcaram as suas vidas, eles procuram reinventar-se num cenário que deixa pouco lugar à esperança...
George Clooney e Sandra Bullock dão vida às duas personagens, as únicas ao longo de todo o filme. Com realização do mexicano Alfonso Cuaron e banda sonora de Steven Price, este intenso "thriller" psicológico de ficção científica abriu, fora de competição, a edição de 2013 do Festival de Veneza".

In Público

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Dia Mundial da LUTA contra o cancro!

Às vezes a vida prega-nos algumas partidas, onde a luta é a nossa única hipótese de salvação...
Quando a vida nos presenteia com desafios dolorosos e desgostosos o único caminho é procurarmos força em nós mesmos...
Em vez de ficarmos parados naquilo que fizemos errado, olhemos em frente para o que ainda podemos fazer.
A vida ainda não terminou... E como já dizia o poeta "os sonhos não envelhecem"!


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

"Para gerir pessoas, é preciso gostar de pessoas"

"As empresas têm de compreender que para gerirmos pessoas, temos de querer cuidar delas, de ter interesse no que elas nos dizem. Elas têm de ser bem tratadas porque, numa estratégia integrada, reduzem custos, aumentam as receitas e melhoram a qualidade do produto e serviços."


https://www.mais-psi.com/content/para-gerirmos-pessoas-temos-de-gostar-de-pessoas

Será?

Esta é uma das músicas que me acompanha em todos os dias da minha vida... Sou da opinião que o melhor presente que podemos dar às pessoas que amamos é o nosso tempo... Infelizmente não consigo dedicar o tempo suficiente... Penso por exemplo nos meus pais, a razão da minha existência... Respeitam-me e amam-me incondicionalmente e nada esperam em troca... Quando às vezes não tenho palavras para lhes agradecer o quanto têm feito por mim, uso beijos, abraços, passo por casa a correr para lhes deixar um docinho que acabei de fazer... Sei que tudo isto conta... Sei que tudo isto é importante... Mas temo que não seja suficiente... SERÁ???



segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Everest

Everest, um filme baseado em factos reais. Um grupo de alpinistas tenta escalar o monte Evereste, mas deparam-se com uma série de dificuldades causadas por uma tempestade.
Não foi um filme que me tenha deixado uma boa sensação no final, mas a vida é assim mesmo e nem sempre os resultados alcançados são os desejados... Mesmo assim recomendo!!!